quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Ações de concorrente da Apple sobem quase 4% após morte de Jobs

As ações da Samsung, principal concorrente da Apple, tiveram forte alta após a notícia da morte de Steve Jobs, cofundador da empresa norte-americana de tecnologia.


Na Bolsa de Seul, os papéis da empresa asiática subiram 3,8% nesta quinta (6).


Os investidores temem sobre o futuro da empresa, já que Jobs era considerado o motor criativo da Apple.


"A grande questão é se a Apple pode continuar superando as expectativas de seus clientes", disse em entrevista ao Wall Street Journal", o analista Jenny Lai, do HSBC.


Steve Jobs, cofundador da Apple, morreu nesta quarta-feira (5) aos 56 anos, nos Estados Unidos. Em nota divulgada, sua família afirmou que ele morreu em paz. “Em sua vida pública, Steve ficou conhecido como visionário; em sua vida privada, ele amava sua família. Somos gratos às muitas pessoas que dividiram seus desejos e rezas no último ano da doença de Steve; um site será oferecido para aqueles que quiserem fazer tributos e prestar homenagens”, diz o comunicado.


A página oficial da Apple publicou uma imagem e um texto homenageando Steve. "A Apple perdeu um gênio criativo e visionário, e o mundo perdeu um ser-humano incrível. Aqueles que tiveram a sorte de trabalhar com Steve perderam um querido amigo e mentor. Steve deixou para trás uma companhia que só ele poderia ter construído e seu espírito será sempre a base da Apple."


A página da empresa americana, em seu anúncio oficial, convida os fãs da marca a enviar mensagens de condolência através do e-mail rememberingsteve@apple.com.


A causa da morte do cofundador da Apple ainda não foi confirmada. Porém, nos últimos anos Steve Jobs foi afastado algumas vezes da companhia em função de problemas de saúde. Em 2004, por exemplo, ele passou por uma cirurgia para tratar um câncer no pâncreas. Após cinco anos, Jobs recebeu um transplante de fígado. Nas duas situações, ele se afastou das atividades da companhia.


Afastamento
 
No último dia 24 de agosto, Jobs publicou uma carta em que ele renunciava ao cargo de diretor-executivo da empresa. “Eu sempre disse que se houvesse um dia em que eu não pudesse mais cumprir minhas atribuições como diretor-executivo, eu seria o primeiro a dar a notícia a vocês. Infelizmente, esse dia chegou”, dizia ele no documento.


Após seu desligamento "parcial" da companhia - pois continuou como presidente da Apple -, fotos de Steve Jobs, que o mostravam muito debilitado, passaram a circular pela internet. Porém, tanto a Apple como sua família não divulgaram informações sobre seu estado de saúde.


Tim Cook, substituto de Jobs na direção executiva da Apple, disse em carta para os funcionários da empresa que estão planejando em breve um especial para celebrar a vida extraordinária de Steve. "Nenhuma palavra pode expressar adequadamente nossa tristeza pela morte de Steve ou nossa gratidão pela oportunidade de ter trabalhado com ele. Nós vamos honrar sua memória nos dedicando para continuar o trabalho que ele amava tanto".




fonte: uol tecnologia

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Grupo Anonymous ameaça atacar site da Bolsa de Nova York

Vídeo supostamente enviado pelo coletivo promete atacar instituição na próxima segunda-feira (10/10); FBI está investigando o caso.


De acordo com um vídeo divulgado no suposto canal do Anonymous no YouTube, o grupo hacker já tem um novo alvo para sua ofensiva: a Bolsa de Nova York (NYSE, na sigla em inglês). Ao que parece, um ataque de negação de serviço (DDoS) será promovido na próxima segunda-feira (10/10) contra a instituição.

“A NYSE será eliminada da Internet. Preparem-se para um dia que jamais será esquecido”, diz a mensagem.
O FBI afirmou já estar ciente da ameaça. Um porta-voz, Tim Flannelly, afirmou à rede Fox News que as investigações já foram iniciadas.

Entretanto, não está claro se o vídeo é legítimo. De acordo com a conta AnonOps do Twitter – que costuma liberar informações corretas – o Anonymous não está planejando um ataque à NYSE. “Seremos claros”, diz o tuite, “não invadiremos Wall Street. Por favor, FBI, invista seus recursos em coisas mais úteis”.

Comunicado divulgado no portal Pastebin também nega a ofensiva. “Qualquer informação atribuída ao Anonymous deve ser lida com cautela. Tudo deve ser considerado”, afirma. A nota também destaca que a ferramenta LOIC não seria recomendada pelo grupo – diferentemente do que o vídeo sugere – pois possui falhas que permitiram às autoridades identificarem membros e os prenderem.

Caso o ataque à Bolsa se confirme, seria visto como um apoio ao movimento Occupy Wall Street (Ocupar Wall Street). Manifestações por todo os Estados Unidos têm ocorrido – semana passada, 500 pessoas foram detidas em Nova York por conta delas – em protesto aos abusos do sistema financeiro do país, cujos executivos não são foram punidos mesmo após a crise imobiliária deflagrada em 2007.




fonte: idg now
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Jobs: o melhor de viver nos Estados Unidos

Steve Jobs sintetiza o que existe de melhor e mais encantador nos Estados Unidos - é algo que gostaria (e muito) de ver no Brasil. É um dos símbolos da reverência de uma nação ao espírito empreendedor e à inovação. Arriscar para inovar faz parte da alma profunda dos americanos, estimulando talentos.

Essa é uma das razões que explica por que, na lista de qualidade de ensino superior que acaba de ser divulgada, os Estados Unidos têm tantas universidades entre as melhores do mundo. O que se elogia nas universidades é menos como se ensina ou até o que se ensina, mas as inovações relevantes que produzem, mudando o mundo. Daí a importância de ir além do campus e estabelecer parcerias com governos e empresas. 

Isso é o que permite que, do campus, do dormitório, comecem desenhos de empresas como Microsoft, Google ou Facebook. Ou que, em torno delas, montem-se parques tecnológicos. 

Jobs nem tem ensino superior. Mas se beneficiou desse ambiente inovador, já que está localizado no Vale do Silício, impulsionado em grande parte por Stanford. 

Ele é o típico inovador, que fez de sua garagem (literalmente) um misto de laboratório com centro de inovações. 

Tipos como ele transmitem mensagens diárias para outros jovens serem ousados, pensarem grande, arriscarem, serem empreendedores. 

O melhor de viver aqui, ainda mais morando dentro do campus de Harvard, é ver de perto essa agitação permanente que, mesmo com a crise, está longe de ser abatida.




fonte: folha.com (por Gilberto Dimenstein)

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Criminosos usam morte de Steve Jobs para aplicar golpes

Página no Facebook traz falsa homenagem ao cofundador da Apple e promete sorteio de iPads; 15 mil pessoas já clicaram


Criminosos da Internet estão utilizando a morte do cofundador da Apple, Steve Jobs, para aplicar golpes virtuais, alertam especialistas em segurança.




Segundo o consultor Graham Cluley, da Sophos, uma página no Facebook, por exemplo, traz a promessa (bizarra) de que a Apple estaria sortenado 50 iPads, como formar de homenagear Jobs (tem gente que acredita em tudo).




Quem clica no link (mais de 15 mil pessoas já fizeram isso) é convidado a preencher um formulário online e a escolher o modelo de tablet que deseja. O computador não é infectado por programas nocivos, mas os dados confidenciais são utilizados pelos criminosos para aplicar golpes.



 Falsa homenagem a Steve Jobs: mais de 15 mil já clicaram.






fonte: macworld

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Steve Jobs não é brasileiro

O fundador da Apple, Steve Jobs, morreu sem ver sua empresa operar normalmente no Brasil. O americano está sendo saudado justamente como um revolucionário genial que transformou o modo como comercializamos e consumimos cultura e tecnologia. Isso é muita coisa. Mas uma coisa ele não conseguiu: fazer sua empresa ocupar o espaço que lhe cabe no fenomenal mercado brasileiro. E isso diz muito mais do Brasil do que de Jobs. 

Até hoje os produtos Apple são comercializados por terceiros no Brasil, já que a empresa americana não conseguiu um modelo de negócios viável na pátria do imposto alto e de ambiente de negócios precário. 

Os brasileiros pagam o dobro dos americanos ou mais para comprar os iProdutos criados por Jobs e equipe. A última cartada para a normalização da atuação da Apple por aqui foi o anúncio hiperinflado, para dizer o mínimo, da construção de uma fábrica de iPads no nosso país. 

O anúncio ocorreu durante viagem de Dilma Rousseff à China, em abril passado. Na falta de qualquer resultado palpável da visita, anunciou-se com grande fanfarra e nenhuma substância que a Foxconn, empresa taiwanesa que fabrica os iProdutos, abriria uma nova fábrica no Brasil para produzi-los aqui. Era o que faltava para Dilma e o PT conquistarem a emergente classe média nacional. 

A Apple não consegue vender direito seus produtos no Brasil por nossas precariedades econômicas, aciona a empresa taiwanesa que fabrica iPads e iPods na China para que os produza aqui e assim consiga driblar essas precariedades e isso ainda é vendido como um trunfo da visita de Dilma à China. Haja "spin"! 

A fábrica obviamente está até hoje na promessa. Desde então, falou-se de produção inicial em novembro, depois que o BNDES financiaria o projeto de US$ 12 bilhões, depois que não haveria mão de obra qualificada no país para tocá-lo, depois que a operação começaria como as "maquiladoras" mexicanas, com os produtos somente montados aqui. 

O fato é que Steve Jobs morreu, e o Brasil ainda segue excluído em grande medida da revolução Apple. Assim como seguimos com uma das conexões de internet mais caras e lentas do mundo. 

São essas coisas que explicam o nosso atraso, apesar dos enormes avanços dos últimos anos, e a nossa dependência das benditas commodities (porque sem elas teríamos déficits comerciais desastrosos). 

Se Jobs conseguiu transformar tanta coisa, quem sabe a comoção com sua morte ilumine a cabeça dos nossos burocratas e acelere a liberalização do mercado brasileiro de tecnologia e digital. 

Taxar tecnologia é taxar o conhecimento, a inovação, o futuro. É fechar as fronteiras para Steve Jobs.




fonte: folha.com

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Steve Jobs, por quem o conheceu

A imagem que o ex-CEO da Apple deixa entre os que acompanharam seu trabalho de perto.

Carismático, visionário, implacável, perfeccionista, ditador essas são algumas das palavras que as pessoas usam para descrever a figura de Jobs, admirado e respeitado pelos concorrentes.

"Steve Jobs é o presidente-executivo mais bem-sucedido do mundo corporativo dos Estados Unidos dos últimos 25 anos", disse o chairman do Google, Eric Schmidt, que chegou a ser membro do Conselho da Apple. "De maneira única ele combinou um toque de artista com uma visão de engenheiro para erguer uma companhia extraordinária, é um dos maiores líderes da história dos EUA".

"Steve Jobs é um gênio do mundo dos negócios da nossa geração", disse recentemente a ex-presidente do eBay Meg Whitman.

"Muitos líderes contratam pessoas inteligentes e as seguem. Steve contrata as pessoas inteligentes, mas é esperto o suficiente para questioná-las e saber o que é ótimo e o que é médio. Ele também sabe o que os consumidores vão querer desesperadamente e o que eles até podem comprar, mas não vão realmente amar." - Steve Wozniak, parceiro e amigo.

"Pioneiro único da tecnologia e um autor que soube fazer produtos incrivelmente bons." - Paul Allen, co-fundador da Microsoft.

"Steve foi o melhor dos melhores. Assim como Mozart e Picasso, ele nunca poderá ser igualado." - Marc Andreessen.

"Steve era um 'original', com uma mente completamente criativa, imaginativa, que definiu uma era. Apesar de tudo o que ele realizou, parece que ele estava apenas começando." - Bob Iger, CEO da Disney.

"A maioria dos meros mortais não pode entender uma pessoa como Steve Jobs", disse o ex-funcionário da Apple Guy Kawasaki. "Ele tem um sistema operacional diferente."




fonte: idg now

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