terça-feira, 24 de maio de 2011

IBM vale mais do que Microsoft, pela primeira vez em 15 anos



A fabricante criada por Bill Gates chegou a valer três vezes mais do que a rival no final dos anos 90



Na última segunda-feira (23/5), a IBM atingiu um valor de mercado de US$ 203,8 bilhões. Com isso, de acordo com notícia divulgada pela Reuters, a empresa ultrapassou a rival Microsoft – avaliada em US$ 203,7 bilhões – pela primeira vez, desde abril de 1996. As duas empresas permanecem, no entanto, atrás da Apple, que está cotada em US$ 309,2 bilhões.

A IBM liderou a indústria de computadores por décadas, até ser confrontada pela Microsoft, no início dos anos 80. Esta última promoveu uma verdadeira revolução no mercado ao defender a visão de que o software poderia ser mais importante do que o hardware. Com esse posicionamento, no final de 1999, a empresa fundada por Bill Gates chegou a valer três vezes mais do que a rival (IBM), tornando-se a maior companhia dos Estados Unidos.

Após o estouro da bolha da internet, em 2000, a situação mudou. A partir daí, o valor das ações da Microsoft se manteve estável, enquanto os investidores passaram a dar mais atenção para novos rivais, como Google e Facebook.

Já a IBM conseguiu, desde então, reposicionar suas ofertas, transformando-se em uma especialista em software para empresas, servidores e consultoria. A fabricante também deixou de lado o negócio que baseou a maior parte de sua história: a oferta de PCs.

De acordo com a Reuters, um investidor que tivesse comprado US$ 100 mil em ações da IBM há dez anos teria hoje US$ 143 mil. Enquanto que, caso investisse o mesmo valor na Microsoft, conseguiria apenas US$ 69 mil.

O próprio renascimento recente da Apple fez com que a companhia criada por Bill Gates perdesse valor de mercado e deixasse a posição de maior fornecedora de tecnologia do mundo.









fonte: olhar digital

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Zuckerberg, do Facebook, diz estar de olho na China


Por Alexei Oreskovic e Jennifer Saba

SAN FRANCISCO/NOVA YORK (Reuters) - O presidente-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, está planejando realizar sua segunda visita à China enquanto a maior rede social do mundo procura a melhor maneira de se expandir naquele país.

"A missão de nossa empresa é realmente clara, ou seja, conectar o mundo inteiro," disse Sheryl Sandberg, vice-presidente de operações do Facebook, durante o Reuters Global Technology Summit, na quinta-feira. "E é impossível pensar sobre conectar o mundo inteiro, no momento, sem conectar também a China."

Sandberg classificou a oferta pública inicial de ações do Facebook como "inevitável", mas se recusou a detalhar o momento em que a empresa planeja realizá-la.

"É um processo pelo qual passam todas as empresas. É um processo inevitável para nós, a próxima coisa a acontecer," disse. "As pessoas costumavam nos perguntar se a empresa seria vendida. Agora pararam de fazer essa pergunta. Ninguém vai nos comprar, abriremos nosso capital".

Os comentários foram feitos no dia em que o LinkedIn, rede social para contatos profissionais, estreou como companhia aberta, com suas ações disparando mais de 100 por cento no mercado norte-americano.

Segundo Sandberg, a abertura de capital do LinkedIn validou a importância dos negócios que fundamentam uma rede social.

Criado em um dormitório da Universidade de Harvard em 2004, por Zuckerberg, 27, o Facebook ameaça companhias de Internet como Google e Yahoo ao se tornar um popular destino online para internautas e um importante canal de marketing para anunciantes.

No primeiro trimestre, o Facebook respondeu por quase um terço dos anúncios online em formato convencional vistos nos Estados Unidos, de acordo com o grupo de pesquisas comScore.

"Estamos ganhando posição central nas estratégias publicitárias de terceiros e em suas compras de mídia, com verbas que cresceram de dezenas de milhares para milhões de dólares, e ainda além. Temos centenas de milhares de anunciantes," disse Sandberg, que se recusou a fornecer números específicos sobre a receita do Facebook.




fonte: Reuters Tecnologia

Apple deve lançar plataforma de música na nuvem

De acordo com o site Cnet, a Apple assinou um contrato de licenciamento de músicas com a EMI Music e está se focando na criação de uma plataforma que permite que os usuários façam streaming de faixas a partir da nuvem. Para isso, a empresa está em negociações com a Universal Music Group e a Sony Music Entertainment, e já está com um acordo em vigor com a Warner Music Group.

Segundo o site, uma das características fundamentais de um serviço de música na nuvem é permitir que os usuários armazenem suas músicas nos servidores da empresa e possam acessá-las a partir de dispositivos conectados à internet via streaming.

O site acredita que a Apple deverá cobrar uma taxa de assinatura para seu serviço de cloud. Mas, uma das principais críticas quanto a isso é que, caso o usuário pare de pagar a taxa, suas músicas podem desaparecer. No entanto, parece que a Apple está esperando que os consumidores paguem pela comodidade de poder acessar suas músicas de qualquer lugar, a qualquer hora e em qualquer dispositivo conectado à web.





fonte: olhar digital

Brasil é o 6º maior mercado de TI no mundo – mas precisa diminuir custos, diz associação

O Brasil já é o sexto maior mercado de tecnologia da informação (TI) do mundo, com uma demanda interna que movimentou, no ano passado, US$ 81 bilhões, de acordo com a empresa de consultoria International Data Corporation (IDC). O resultado equivale a cerca de 4% do Produto Interno Bruto (PIB), soma de tudo o que é produzido no país.
As exportações do setor somaram no mesmo período US$ 2,5 bilhões. Mas, para o presidente da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), Antonio Gil, para tornar-se protagonista no cenário mundial, nas duas próximas décadas, o país terá de vencer alguns desafios, entre os quais a desoneração da folha de pagamentos. Gil participou hoje (19) do 23º Fórum Nacional, no Rio de Janeiro,
“O Brasil é muito competente porque o uso de tecnologia da informação é feito com supremacia mundial em várias áreas, como indústria financeira, governo eletrônico e, inclusive, na indústria manufatureira. E o mercado, que é, hoje, de US$ 1,5 trilhão, globalmente, será de US$ 3 trilhões em 2020”.
Na avaliação de Gil, novas oportunidades serão abertas nesse cenário para o Brasil nas áreas de saúde, educação, segurança, bancos, principalmente, devido a fatores como o crescimento do grupo de países denominado Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), a mudança demográfica e as novas tecnologias.
Para o empresário, deve-se reduzir o custo da folha de pagamento, treinar pelo menos 725 mil profissionais até 2020, investir em infraestrutura tecnológica e estimular a inovação. Ele enfatizou que é preciso ter uma “mentalidade de inovação, porque tudo que nós estamos usando hoje, amanhã será obsoleto”.
Para 2020, a projeção da Brasscom é que o mercado interno de TI alcançará entre US$ 150 bilhões e US$ 200 bilhões, o que elevará a participação do setor no PIB entre 5,5% e 6%. As exportações deverão subir para US$ 20 bilhões.


fonte: UOL Tecnologia

Astronautas do Endeavour realizam primeira saída espacial

WASHINGTON, 20 Mai 2011 (AFP) -Dois astronautas do Endeavour iniciaram nesta sexta-feira a primeira das quatro saídas espaciais previstas para a missão, a penúltima do programa de ônibus espaciais americanos, informou a Nasa.


Andrew Feustel e Greg Chamitoff deixaram a câmara de descompressão da Estação Espacial Internacional (ISS), onde passaram a noite, às 07H10 GMT, seis minutos mais cedo que o previsto.



Durante a saída, programada para durar seis horas e meia, eles deverão efetuar várias tarefas, incluindo recuperar o material - instalado em 2009 - de duas experiências científicas, realizadas no vácuo, para levá-lo até o Endeavour, que o trará de volta à Terra.



Além disso, instalarão uma nova proteção na estrutura de rotação de um dos quatro painéis solares da ISS.



O ônibus espacial foi lançado na segunda-feira do Centro Espacial Kennedy, em Cabo Canaveral, na Flórida, para uma missão de 16 dias que levará à ISS um potente experimento de física para investigar a origem do universo.



Será o último voo do Endeavour antes de sua aposentadoria definitiva.




fonte: AFP - Tecnologia
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quarta-feira, 18 de maio de 2011

A era "Pós-PC" Chegou. Mas não jogue seu micro fora ainda



Pesquisa da Forrester aponta que vendas de notebooks deverão crescer 8% ao ano nos EUA até 2015, apesar da explosão do interesse por tablets.



Será que a muito discutida “era pós-PC” finalmente começou? O termo tem sido debatido há anos por executivos da indústria e especialistas. Seu mais recente uso veio da boca de Steve Jobs, da Apple, durante a apresentação do iPad 2, em que o CEO da empresa chamou o iPhone, o iPod e o iPad de “aparelhos pós-PC” que precisavam ser mais fáceis e intuitivos de usar do que os tradicionais desktops ou notebooks.
Bem, adicione a empresa de pesquisas Forrester Research à lista de observadores da indústria que acreditam que a “era pós-PC” já começou. Em um novo estudo divulgado na terça-feira (17/5), a analista da empresa, Sarah Rotman Epps, diz que atualmente os aparelhos de computação – e a maneira como interagimos com eles – estão passando por uma dramática mudança para:
- Computação onipresente: aparelhos móveis com sensores como acelerômetros, giroscópios e geolocalizadores estão nos libertando das limitações de mobilidades dos desktops;
- Computação casual: smartphones e tablets de boot instantâneo ou que nunca desligam estão acabando com o processo formal de ligar e desligar dos desktops;
- Uma experiência mais íntima: tablets e smartphones são mantidos junto ao corpo, enquanto que usar um notebook ou desktop é “uma atividade de esticar os braços”, escreve analista Epps em seu blog. Isso significa que os consumidores estão usando os aparelhos de computação em locais íntimos, incluindo seus quartos;
- Interação física com os aparelhos: Telas touchscreen, comandos por voz, aparelhos com sensores de movimento como o Kinect, da Microsoft, e câmera com reconhecimento facial permitem que seu “rosto e voz” controlem a máquina. Em comparação, a interface de mouse e teclado do desktop é mais abstrata e menos pessoal.
E o que tudo isso significa? Certamente, a mobilidade e a onipresença dos aparelhos tecnológicos atuais estão mudando a maneira como interagimos com nossos assistentes digitais. Mas notebooks e desktops não irão desaparecer em um futuro próximo.
“Então o que a “era pós-PC” significa? Ela não significa que o PC está morto”, escreve Epps. Na verdade, a Forrester prevê que as vendas de notebooks para consumidores finais nos EUA crescerão a uma taxa de 8% entre 2010 e 2015, enquanto a comercialização de desktops deve sofrer apenas uma pequena baixa nesse período.
E, apesar de as previsões apontarem que 82 milhões de americanos terão um tablet em 2015, mais de 140 milhões terão um notebook até lá, segundo a Forrester.

“Na era pós-PC, o ‘PC’ está vivo e bem, mas ele se transforma para suportar experiências de computação que são cada vez mais onipresentes, casuais, íntimas e físicas”, diz Epps.





fonte: PC World