segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Qual o real significado da era Pós-PC?

Sair do contexto no qual o computador era visto como equipamento para um cenário em que computação passa a ser uma simples e corriqueira atividade social.


Em agosto de 1981, ou seja, há 30 anos, a IBM anunciava o IBM PC 5150, uma máquina com 64K e um processador Intel 8088, de 8 bits, que custava por volta de 3 mil dólares. Vejam o link http://oldcomputers.net/ibm5150.html. A revolução do PC começava aí.

Hoje, 30 anos depois, estamos em tempos de smartphones e tablets. E debate-se: já estamos vivenciando o início da era pós-PC? Se a resposta for sim, quais suas implicações?

O termo pós-PC começou a ser badalado em uma entrevista de Steve Jobs, da Apple, quando do anúncio do iPad2. E não é uma buzzword. É real e suas consequências irão revolucionar o uso dos equipamentos pessoais.

Na verdade, o conceito “pós-PC” surgiu quando um cientista do MIT, David Clark, apresentou uma palestra chamada “The Post PC Internet”. Mais sobre David Clark em http://www.csail.mit.edu/user/1526. O que ele dizia é que outros objetos, além de PCs, estariam conectados à Internet. Na verdade, este é o conceito mais adequado para o termo.

Pós-PC não significa necessariamente o fim dos PCs. Eles continuarão conosco ainda por muito tempo, mas deixarão de ser o equipamento principal e serão usados ao lado de tablets e smartphones. Para muitos o tablet será o equipamento principal, embora, provavelmente, para alguns, o laptop continuará sendo essencial, pelo menos nos próximos anos. Os próprios laptops estão evoluindo na direção de serem parecidos com os tablets, como os ultraportáteis MacBook Air e Samsung Series 9. Mas, o conceito PC-centric desaparece no modelo pós-PC.

Mas o que vai mudar na maneira de usarmos a computação pessoal? Com o PC original (em forma de desktop) nós tínhamos que nos deslocar a um local para acessar o computador. Com o laptop nós começamos a nos tornar móveis, pois o PC (laptop) ia conosco. Agora com os tablets e smartphones esta mobilidade se acentua muito mais e inserimos nela a computação context-aware, na qual acelerômetros, giroscópios e geolocalizadores podem disponibilizar aplicações inovadoras. Além disso, a formalidade típica do PC: iniciar a máquina, usá-la durante algum tempo e desligá-la ao fim do trabalho deixa de existir. Os tablets e smartphones são usados a qualquer momento e de forma muito mais casual. Posso usar meu tablet enquanto espero em pé na fila de embarque para meu vôo. Já, com o laptop, não consigo fazer isso.. E o desktop fica, fixo, no escritório lá em casa!

Aqui é importante lembrar uma tecnologia que possibilita o “instant-on”, típico dos smartphones e tablets: flash memory. O PC é baseado em armazenamento de dados em seus discos rígidos e o tempo de boot é demorado. Os tablets e smartphones baseiam-se no modelo de cloud computing, armazenando seus dados em nuvens e o uso de flash memory permite que a inicialização seja instantânea.

Outra mudança é que deixamos de usar teclado e mouse e passamos a ter um contato mais direto com a máquina, através do nossos dedos manuseando fisicamente telas touch-screen. Acredito que as interações serão cada vez mais sensoriais, com uso mais intenso de reconhecimento facial, sensores de voz e mesmo sensores de movimento como os que já vemos no Kinect. Claro que para aqueles que precisam ou necessitam usar teclados já existem alternativas nos tablets: capas que embutem teclados.

A cada dia nossa vida torna-se mais e mais informatizada. Dificilmente encontramos alguma atividade que não inclua alguma computação. E as barreiras que separam nossa vida pessoal da profissional estão sendo derrubadas. Com um tablet ou smartphone podemos estar em contato permanente e a todo instante com nosso círculo de amizades ou profissional, seja via email ou mídias sociais. O que não era possível com os desktops e meio incômodo com os laptops.

O que podemos concluir? O fenômeno que chamamos de pós-PC é causa e também consequência das mudanças tecnológicas e sociais que estão mudando a maneira de como interagimos com os computadores. Cada vez mais a computação torna-se ubíqua e casual. Torna-se parte integrante de nossa vida social e profissional. A era pós-PC signfica, na prática, sair do contexto no qual o computador era visto como equipamento para um cenário em que computação passa a ser uma simples e corriqueira atividade social.

Além das implicações no nosso comportamento social e nas organizações, a era pós-PC também vai afetar a indústria de TI. Empresas construídas em torno de produtos terão um enorme desafio pela frente. O Windows, que reina absoluto no mundo PC, não tem papel relevante no cenário dos tablets e smartphones. O crescimento da base instalada de tablets e smartphones, não só no uso pessoal, mas também como ferramenta corporativa, canibaliza as vendas dos desktops e laptops e, com isso, diminui as vendas do Windows.

Além disso, o modelo de vendas de software para tablets e smartphones também está provocando uma mudança signficativa no modelo de distribuição e definição de preços para o software. O modelo de vendas de aplicativos criado pela Apple, o AppStore, posteriormente copiado pelo Google (Android Store) e pelos demais (a própria Microsoft vai ter que criar o seu mercado para o Windows 8) permitiu o acesso rápido aos usuarios de tablets e smartphones a programas que são grátis ou custam, nos EUA, menos de cinco dólares. Este modelo enfraquece o modelo tradicional de vendas de software para PCs, apoiado em lojas que vendiam programas que custam 40, 50 ou mesmo 100 ou mais dólares.

Enfim, na minha opinião pessoal, já é muito tarde para ressuscitar o modelo PC-centric criado em torno do Windows, que embora ainda vivo, tende a morrer lentamente, já que o crescente uso dos tablets e smartphones para nossas atividades pessoais e profissionais é irreversível. O mercado simplesmente mudou.





fonte: cio tecnologia (por Cezar Taurion*)

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(*) Cezar Taurion é diretor de novas tecnologias aplicadas da IBM Brasil e editor do primeiro blog da América Latina do Portal de Tecnologia IBM DeveloperWorks

Adolescente de 19 anos é preso por ser viciado em planking

Prisão foi decretada após jovem ter feito fotos em estabelecimentos públicos, entre eles um caixa de banco e até o carro da polícia local

A internet é, sem dúvida, uma gigantesca e rica fonte de informações. Mas o entretenimento alcançou um espaço único nesse universo, caracterizado especialmente por movimentos, gírias e os conhecidos "memes", que fazem a diversão de muita gente.

Uma dessas ações é o "planking", termo que surgiu na Austrália e que ganhou força no começo de 2011. A brincadeira consiste em se deitar com o corpo esticado e os braços colados ao corpo, como se estivesse em cima de uma prancha ou tábua ("plank", em inglês). A graça é tirar fotos nessa posição em lugares inusitados, e vale de tudo: uma moto, uma cabine telefônica, placas e até mesmo o banco de uma praça podem se tornar cenários perfeitos para a prática do "esporte".

No entanto, muitas pessoas devem ter cuidado, já que o planking pode colocá-las atrás das grades. Pode parecer estranho, mas foi essa a lição que o norte-americano Alexander Hart, de 19 anos, aprendeu à força: o jovem foi preso por conduta irregular após postar uma série de fotografias no Facebook em que aparece deitado em vários estabelecimentos públicos.

De acordo com o site Daily Mail, a prisão se deu pelo fato de Alexander ter feito as fotos em locais como um caixa de banco, uma esteira de compras e até um carro de polícia do estado de Winsconsin. O adolescente afirma que as imagens foram editadas para aparecerem no relatório policial e que só fez os retratos para "provocar algumas risadas". Além disso, Alexander diz que a acusação é uma violação de sua liberdade de expressão, pois estava "apenas se divertindo".

Para liberar o jovem da cadeia, seu irmão, que curiosamente foi quem postou as fotos, teve de pagar uma fiança de US$ 303 (cerca de R$ 540).



fonte: olha digital

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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

World of Warcraft finalmente chega ao Brasil, por R$ 30,00

Depois de sete anos de espera dos fãs, a versão português do jogo MMORPG “World of Warcraft” chegou ontem (06) ao Brasil.

Os preços da assinatura do game são variados entre R$ 15 e R$ 78. A produtora Blizzard havia anunciado a versão brasileira em julho de 2011, durante um evento.

O interessado pode adquirir o jogo pelo curso de R$ 30, que dá o direito de ter também a expansão “The Burning Crusade”, além de um mês de assinatura.

World of Warcraft poderá ser apreciado com legendas em língua portuguesa ou dublado. Você pode comprar as outras expansões “Cataclysm” e “Wrath of The Linch King”, pelo custo de R$ 99,90, cada uma.

A versão completa, com todas as expansões em português, pode ser adquirida através do site – www.battle.net – da Blizzard, com o pagamento podendo ser feito em dinheiro ou cartões de débito ou crédito. Os preços das assinaturas são os seguintes: R$ 15 (30 dias), R$ 42 (90 dias) e R$ 78 (190 dias).

Ontem foi realizada uma festa para comemorar a chegada de “World of Warcraft”. Ela aconteceu em São Paulo, na Casa das Caldeiras. Os fãs tiveram a oportunidade de comprar as verões e também autografa-las com os representantes da Blizzard. Mais informações você confere no site – www.worldofwarcraft.com.




fonte: sobreisso

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Festa de lançamento de "World of Warcraft" no Brasil reúne fãs em SP


Para celebrar a chegada da versão brasileira de "World of Warcraft", a Blizzard realizou um evento na Casa das Caldeiras, em São Paulo, na terça-feira (6).

Aberta ao público, a festa reuniu cerca de 1200 pessoas, entre jogadores, empresários e jornalistas. Até o vice-presidente da Blizzard, Robert Bridenbecker, veio ao Brasil para prestigiar o lançamento.

Na festa, além de confraternizar com seus companheiros de guilda e conhecer outros fãs de "WoW", os jogadores puderam participar de concursos de dança, testes de conhecimentos e até um concurso de cosplay, com participantes fantasiados como personagens de "World of Warcraft". Estandes vendiam o jogo e suas expansões e quem fizesse a compra ali podia ter o game autografado por Bridenbecker.

Veja fotos do evento em nosso álbum e comente o que achou da festa no espaço para comentários!




fonte: uol-jogos

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Proteste vai à Justiça para anular acordo para banda larga popular

Uma ação civil pública movida pela Proteste pede que a Justiça anule os termos de compromisso firmados entre o governo e as concessionárias de telefonia para a oferta de serviços de banda larga popular. Além disso, sustenta que as redes implantadas por essas empresas e por suas coligadas devem ser declaradas públicas – especialmente porque foram construídas com recursos oriundos da concessão. 

Para a entidade de defesa dos consumidores, o pecado original dos termos de compromisso está em se fundamentarem em licenças de Serviço de Comunicação Multimídia. Essa é a licença que autoriza a oferta de Internet, mas a Proteste entende que a criação do SCM pela Anatel foi ilegal. 

Isso porque a Lei Geral de Telecomunicações, em seu artigo 18, determina que “cabe ao Poder Executivo, por meio de Decreto, instituir ou eliminar a prestação de modalidade de serviço no regime público, concomitantemente ou não com sua prestação no regime privado”. 

A mesma Lei impõe, ainda, que serviços considerados essenciais – e o acesso à Internet seria um deles – não poderão ser prestados exclusivamente no regime privado. Ou seja, ainda que existam ofertas nessa modalidade, deveria existir o serviço de acesso à rede prestado também em regime público. 

Adicionalmente, a Proteste argumenta que os termos de compromisso reforçam o poder de mercado dos grupos econômicos das concessionárias – visto que já detém 80% das conexões à Internet do país – bem como estabelecem planos de serviço “aviltantes para o consumidor”. 

“Os contratos que estão nos sites das operadoras são horríveis. Elas entendem que para manter o serviço basta o acesso funcionar, sendo que funcionar é um conceito muito amplo no entender das empresas”, sustenta a advogada da Proteste e autora da ação civil pública, Flávia Lefèvre. 

De fato, quem analisar os contratos de banda larga “popular” oferecidos, vai descobrir que superado o limite de franquia de dados – 300 MB – a velocidade do acesso é reduzida para apenas uma fração do 1Mbps do contrato: em alguns casos, para impressionantes 16 kbps, ou metade da velocidade de uma conexão discada. 

Por outro lado, a ação também quer que sejam declaradas de caráter público as redes implantadas pelas concessionárias e suas coligadas. O pedido tem como base a origem dos recursos para a construção dessas redes, conforme afirma a própria Anatel na Nota Técnica 427, de 5 de dezembro de 2008:

“É possível, ainda, inferir (...) que o montante global de investimentos realizados no serviço de dados corresponde a um percentual de 80% do total de investimentos realizados na Concessão Local, fato que indica que grande parte dos resultados das empresas foi utilizada no ‘financiamento’ de um serviço prestado em regime privado.”




fonte: convergência digital (por Oswaldo Grossman)

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Uma em cada cinco chamadas para a emergência dos EUA são feitas por engano

Em Chicago, nove em cada dez chamadas não intencionais são causadas quando alguém se atrapalha ao manusear o celular

De acordo com o site Daily Mail, 20% das chamadas feitas por telefones celulares para o 911 - serviço de emergência médica dos Estados Unidos - são geradas por algo que já ganhou até nome próprio nos EUA: o "butt dial", ou seja, quando a pessoa senta em cima do seu próprio celular.

Funcionários do Centro de Emergência em Evanston (Chicago) afirmam que quase um quinto das ligações recebidas são por motivos não intencionais, quando o usuário liga por equívoco, ou são simplesmente abandonadas, quando o telefone é desligado assim que é atendido. O Centro recebe cerca de 500 chamadas por mês a partir de celulares que discam por engano o número de emergência.

A cada vez que isso acontece, o tempo dos operadores do Centro de Emergência é desperdiçado, já que o procedimento é retornar as chamadas desligadas para verificar se há ou não uma emergência de verdade. Em casos extremos, os policiais são enviados para rastrear a origem da ligação e certificarem de que não há ninguém em perigo.

"Não acho que o público perceba quantas vezes isso acontece", explica o coordenador do Evanston 911, Perry Polinski. Segundo ele, nove em cada dez chamadas não intencionais são causadas quando alguém se atrapalha ao pegar o celular dentro da bolsa, por exemplo, ou se senta por engano sobre ele, fazendo acidentalmente uma chamada de emergência.

Isso acontece porque os telefones celulares dos Estados Unidos possuem um sistema pré-programado com vários números de serviços públicos, e números como o 911 são discados mesmo quando o telefone está bloqueado.

Agências de gestão de emergência americanas advertem que o problema está se agravando por todo o país, mas dizem que os erros podem ser evitados se os usuários tomarem mais cuidado ao manusearem os aplicativos de seus respectivos telefones.




fonte: olhar digital

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