quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Pessoas contam mais mentiras na Internet do que na vida real, revela estudo


Segundo levantamento de universidade dos EUA, há maior probabilidade de comportamento mentiroso em troca de e-mails e mensagens instantâneas.

Conversar pela Internet pode tornar as pessoas mais inclinadas a mentir, afirma um novo estudo da Universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos, de acordo com informações do site Huffington Post. Intitulado “Liar, Liar, Hard Drive on Fire: How Media Context Affects Lying Behavior”, o levantamento descobriu que as pessoas mentiam mais ao enviar e-mails ou mensagens instantâneas (como MSN e Gtalk) em comparação ao seu comportamento quando falavam pessoalmente.

“Não é novidade que nós mentimos. O que é novo aí é que nós mentimos ainda mais online”, afirmou o pesquisador da universidade, Mattitiyahu Zimbler, sobre a descoberta que foi publicada recentemente na revista especializada Journal of Applied Social Psychology.

Como explica o jornal Times of India, o estudo colocou duplas de estudantes universitários que não se conheciam para conversarem, pessoalmente, por e-mail ou mensagens instantâneas. Por meio dessas situações, os pesquisadores chegaram à conclusão de que os participantes mentiam mais quando estavam enviando e-mail, seguido por mensagens instantâneas e, por último, em conversas presenciais.

“De modo geral, a descoberta mostra como é fácil mentir online, e que temos maior probabilidade de sermos receptores de afirmações falsas do que ao interagir face-a-face com os outros”, afirma Robert Feldman, outro pesquisador da universidade que também atua como professor de psicologia.




fonte: IDG Now

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terça-feira, 29 de novembro de 2011

Cabos da Embratel rompem e internet fica lenta no Brasil


A Embratel informou nesta terça-feira, 29/11, que um problema de ruputra de cabos submarinos na região de Fortaleza, no Ceará, deixou a internet de alguns clientes Virtua mais lenta. 

O cabeamento, rompido nesta segunda-feira, 28, é "responsável por agilizar o acesso de nossos servidores a sites americanos", segundo a empresa. Conforme ainda o informe da Embratel, ainda não se sabe a causa da ocorrência, mas que medidas corretivas foram adotadas.

"Nossos técnicos agiram prontamente e adotaram medidas corretivas para possibilitar a contingência de nossos serviços", diz a nota, afirmando que não houve interrupção no fornecimento de acesso à rede. Ainda de acordo com o texto, "apenas parte dos usuários (cerca de 20%)" estão sentido lentidão na conexão.

A velocidade deve ser restabelecida ainda nesta terça, 29, segundo a Embratel. "Os reparos finais estão em fase de implementação e os serviços serão totalmente normalizados", conclui o comunicado.




fonte: convergência digital

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Cresce uso de dados em dispositivos móveis, diz estudo

Relatório da Oracle afirma que cenário traz grande oportunidade para provedores de serviços de Telecom.

O uso de dados está crescendo rapidamente, de acordo com relatório da Oracle intitulado Opportunity Calling: The Future of Mobile Communications – Take Two. De 2010 para cá, 47% dos 68% usuários globais de smartphone passaram a usar um volume maior de dados, percentual superior ao uso de telefonia móvel para texto ou voz.

O levantamento ouviu mil consumidores de telefonia móvel em todo o mundo e identificou ainda que a demanda por aplicativos está crescendo significativamente. Dos entrevistados, 55% disseram que baixaram aplicativos gratuitos e 25% pagaram por software para o celular. 

Além disso, a demanda por aplicativos está se expandindo dos celulares para outros dispositivos móveis, especialmente os tablets – 57% dos participantes do estudo já têm um tablet ou planejam adquirir um nos próximos 12 meses, embora essa tecnologia ainda esteja sendo adotada gradativamente.

Na avaliação da Oracle, esse cenário traz oportunidades para os provedores de serviços de Telecom que poderão aprimorar a experiência do usuário. “Para manter a vantagem competitiva, os prestadores de serviços de comunicações devem investir em soluções de TI que ofereçam maior flexibilidade e agilidade, e ofereçam rapidez para os serviços inovadores e para os novos modelos de negócios acompanhando o surgimento de novas oportunidades”, diz Bhaskar Gorti, vice-presidente sênior e diretor da Oracle Communications.




fonte: computerworld

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Big Data e cloud serão destaques da EMC em 2012

Empresa pretende focar nos conceitos e ampliar a capilaridade da atuação com a formação de parcerias estratégicas.

As perspectivas para 2012 continuarão positivas para a empresa, segundo o presidente da EMC no Brasil, Carlos Cunha, em almoço de confraternização com a imprensa hoje (29/11). A companhia obteve globalmente receita e lucros recordes no terceiro trimestre deste ano, contabilizando aumento de 18% em vendas em armazenamento e gerenciamento da informação, um total de 4,98 bilhões de dólares. A receita, 606 milhões de dólares, representou salto de 28% sobre igual período do ano anterior.

No Brasil, segundo o executivo, até o final de 2011, a expectativa é de registrar crescimento acima de 23%. Cunha atribui o bom desempenho da organização a uma série de ações como a formação de parcerias estratégicas com a Sonda Kaizen, Deloitte e Montreal. Além das mais recentes globais com a PromonLogicalis e CPM Braxis Capgemini, que deverão evoluir significativamente no próximo ano. Nessas últimas, moram fortes apostas para os rumos da empresa em 2012 em solo nacional.

De acordo com o presidente da EMC, a aliança com o braço do grupo francês irá reforçar a oferta de soluções e serviços. Além disso, o modelo de oferecimento de soluções baseado na nuvem, como Storage-as-a-Service (armazenamento como serviço), irá ao encontro da expectativa de demanda das pequenas e médias empresas (PMEs). “Vamos continuar atendendo todos os portes de empresas, mas as PMEs, certamente, ganharão impulso”, acrescenta.

O desenho de atuação da EMC para o próximo ano, além da nuvem, inclui Big Data. Esta, aliás, a cereja da estratégia. Não por acaso, a organização anunciou em junho deste ano a criação de um centro de P&D no Rio de Janeiro, avaliado pela empresa como o mais significativo na América Latina. A iniciativa faz parte do pacote de investimentos que será destinado ao Brasil, de nada menos que 100 milhões de dólares nos próximos cinco anos. “As instalações estão sendo construídas no Parque Tecnológico, situado no campus da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)”, diz Cunha, acrescentando que a corporation investe mundialmente 12% da receita em P&D.

Big Data está no centro das atenções. Afinal, em 2020, a quantidade de dados armazenados eletronicamente chegará a 35 trilhões de gigabytes, segundo a consultoria IDC. A marca já terá atingido a casa de 1,2 milhão de petabytes, ou 1,2 zettabytes no fim de 2010, afirma a consultoria. Na verdade, afirma a IDC, o equivalente para formar duas pilhas de DVDs do tamanho da distância da Terra à Lua - cerca de 240 mil milhas. É de se esperar que muitas empresas afiem suas estratégias para atuar nessa arena.

A empresa prosseguirá em 2012, afirma o executivo, ajudando os clientes na jornada de adoção de cloud, seja na implementação ou por meio de consultoria. “O mesmo acontecendo com Big Data. Isso porque irão gerar grandes demandas, considerando que cloud transforma a TI e Big Data o negócio.” 

Cunha adianta que a movimentação em relação à aquisição de novos parceiros vai aumentar, especialmente em 2012. A empresa, segundo ele, quer ampliar a capilaridade, reforçando a atuação em todo o País. “Vamos recrutar empresas, que classificaremos de parceiros diretos, que cuidarão de projetos complexos e contarão com nosso apoio constante. Outras serão distribuidores, responsáveis por soluções mais simples, especialmente votadas para o mercado de pequenas e médias”, finaliza.




fonte: computerworld

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Setor de compras coletivas lança código de ética

Iniciativa do comitê de compras coletivas da Câmara de Comércio Eletrônica visa estabelecer boas práticas e evitar lei específica.


Envolvido em recentes problemas com os órgãos de defesa do consumidor, o setor de compras coletivas anunciou nesta terça (29) o lançamento de um código de autorregulamentação para disciplinar as práticas no segmento, o que mais cresce no e-commerce brasileiro.

A iniciativa é do Comitê de Compras Coletivas da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), que reúne as principais empresas do setor, responsáveis por 85% do volume total – sendo que 80% está nas mãos de três: ClickOn, Groupon e Peixe Urbano. Ao todo, há nada menos de 1200 sites do tipo em atividade no país.

De acordo com Tiago Camargo, assessor jurídico do ClickOn e um dos envolvidos na produção do código, o objetivo das empresas é estabelecer parâmetros para evitar que a imagem do segmento seja danificada de modo irreversível. "Se não houver limites para o que pode ser feito, podemos cair numa crise de confiança irreversível", afirma.

Camargo diz que o setor sabia que, com o crescimento, viriam os problemas. "É uma atividade de risco, porque vendemos o serviço de terceiros, de um parceiro", diz.

A autorregulamentação prevê regras mais claras para as boas práticas em compras coletivas, como não permitir ofertas falsas (na qual o preço original é inflado, criando um desconto ilusório); sistemas mais claros de opt-in/out (aceitar/sair de mailing de ofertas); não realizar vendas que infrinjam a lei, como produtos importados sem a cobrança das taxas alfandegárias e desrespeito a códigos de classe (serviços médicos e de fisioterapia, por exemplo).

A ideia, explica, é que o comitê tenha no segmento de compras coletivas o mesmo papel que o Conar na publicidade – embora nenhum anunciante seja obrigado a seguir o código do setor, na prática todos o respeitam.

Além disso, a implantação de uma autorregulamentação é, de certa forma, uma maneira de se antecipar à uma legislação específica para o setor, que pode engessar o segmento. "O código de defesa do consumidor ainda é moderno e serve inclusive para nós", argumenta.

Segundo Camargo, um dos grandes desafios do setor foi estabelecer métricas aperfeiçoadas para a escolha de parceiros (evitando vendas que irão superar a capacidade de entrega e/ou atendimento, por exemplo). "Aprendemos com os erros", diz. Ele também explica que essa avaliação irá ajudar a identificar os estabelecimentos que querem "viver de cupons", em vez de usar a ferramenta para fidelizar e trazer novos clientes.

Problemas com os Procons

Para o assessor jurídico, os recentes problemas com os órgãos de defesa do consumidor devem-se, em boa parte, à falta de conhecimento de como funciona o segmento, ainda relativamente novo. "Estamos tendo várias reuniões com eles para explicar o que são as compras coletivas", diz. 

Ele diz que os Procons precisam entender que, quando há algum problema na entrega do serviço/produto, o máximo que o site de compra coletiva pode fazer é devolver o dinheiro. "Não somos varejistas", argumenta. "Estamos nos esforçando para deixar claro o que é responsabilidade de quem nessa relação", afirma.

Segundo ele, as conversas com os órgãos de defesa têm sido amistosas. "Eles estão vendo que somos empresas sérias, que ninguém está aqui para dar golpes nos consumidores", diz. "Afinal, nem eles previam essa situação (em que há um intermediário na venda)", argumenta.

Outro ponto é o número de problemas sobre o total de vendas. De acordo com Camargo, o setor vendeu, ao todo, mais de 2 milhões de cupons este ano – com apenas 767 reclamações no Procon. "O barulho está muito mais alto do que a real proporção", argumenta.

Próximos passos

Após a aprovação do código de ética e autorregulamentação, os próximos passos do comitê serão a divulgação de uma Cartilha de Orientação aos Consumidores e de um Selo de Qualidade em Compras Coletivas, ambos previstos para o mês que vem. "Quem seguir o código poderá exibir o selo no site", explica Camargo. As empresas que fazem parte do comitê já contarão com essa certificação a partir de dezembro. 

Para ele, o setor não vive um momento de saturação, mesmo com a recente onda de problemas. "O setor irá se consolidar. O comércio de descontos não vai acabar nunca", diz. Ele acredita que ainda há espaço para evoluir, e cita a possibilidade de. no futuro, os usuários receberem ofertas no celular, conforme o local onde estejam, com a geração instantânea do cupom.




fonte: IDG Now (por Renato Rodrigues)

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Facebook precisará da aprovação de usuários para fazer mudanças



O Facebook precisará da aprovação de seus usuários antes de alterar a forma como ele compartilha seus dados.

A exigência é resultado de um acordo com a FTC (Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos) sobre as acusações de que o Facebook enganou consumidores.

Ticker/Novidades, recurso do Facebook que mostra em tempo real atividades dos seus amigos

Segundo a FTC, o Facebook disse às pessoas que elas poderiam manter as informações que elas compartilham em privado, mas depois permitiu que elas se tornassem públicas.

As acusações ocorrem desde 2009, quando o Facebook mudou suas configurações de privacidade para tornar públicas informações que os usuários podiam acreditar que eram privadas. Elas incluíam, por exemplo, a lista de amigos.

O Facebook ainda passará por auditorias periódicas de suas práticas de privacidade pelos próximos 20 anos.

Em um blog, o executivo-chefe do Facebook, Mark Zuckerberg, disse que a empresa cometeu um "monte de erros", mas acrescenta que isso tem muitas vezes ofuscado o bom trabalho feito pelo Facebook. Ele diz que o Facebook já resolveu muitas das preocupações da FTC.




fonte: folha.com

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