quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Wikileaks divulga falso teste de HIV+ de Steve Jobs

Na imagem, um resultado de exame aponta que Jobs seria HIV positivo. A foto foi publicada minutos após a morte do fundador da Apple

Cada um achou sua forma de prestar homenagem a Steve Jobs, um dos maiores ícones do mundo high-tech. Mas, nenhuma foi tão maldosa e absurda quanto a do Wikileaks, famoso por revelar documentos secretos de governos do mundo todo. O site Gawker noticiou que eles publicaram um link através do qual o usuário poderia fazer o download de imagens - entre elas, um suposto exame de HIV com o nome de Jobs, e com o resultado positivo.


A publicação foi feita no Twitter do Wikileaks apenas alguns minutos após o anúncio da morte de Jobs. Depois da má receptividade do público, o próprio Wikileaks admitiu que as imagens eram falsas.



fonte: olhar digital

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Morte de Steve Jobs domina lista dos tópicos mais comentados no Twitter

Notícia ocupou cinco dos 10 trending topics no microblog e também fez "barulho" no Facebook; cofundador da Apple teve morte anunciada na noite de ontem, 5/10



A Internet e redes sociais como o Facebook e o Twitter imediatamente foram inundados na noite de ontem, 5/10, com a notícia da morte do confundador e ex-CEO da Apple, Steve Jobs.

Jobs, que faleceu aos 56 anos, tinha uma legião de fãs entusiasmados no mundo da alta tecnologia, assim como seguidores leais no “mundo comum” que adoravam seus aparelhos e computadores criados na Apple.

O site da Apple substituiu sua página inicial padrão com uma foto de Jobs e apenas as palavras “Steve Jobs, 1955-2011”. Além disso, a companhia criou um endereço de e-mail (rememberingsteve@apple.com) para as pessoas enviarem seus pensamentos, pêsames ou condolências.

O Twitter se debateu com a grande quantidade de mensagens após a notícia da morte de Jobs e com muitos tributos e homenagens feitas ao executivo. Em um determinado momento, o assunto era responsável por cinco dos dez tópicos mais populares do microblog: RIP Steve Jobs, #ThankYouSteve, iHeaven, iClouds e Only 56.






fonte: macworld

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Como será futuro da Apple sem Steve Jobs

Jobs: legado está na equipe e na cultura de trabalho da Apple
Seu carisma e capacidade de inovar farão falta, mas o executivo teve tempo para preparar a transição, criando uma companhia que é sua imagem e semelhança

Com a morte de Steve Jobs, surge a pergunta: como fica a empresa de maior valor de mercado do mundo sem o seu líder? Logicamente, seu carisma já faz falta (como pôde ser visto no recente lançamento do iPhone 4S), mas o seu legado vai muito além da presença de palco que hipnotizava os fãs da empresa.

Sobre o futuro da empresa, é preciso destacar algumas questões: em primeiro lugar, como quase tudo que a Apple faz, a transição tem sido pensada e implementada com cuidado e antecedência, ao longo dos últimos anos. Tim Cook assumiu o comando várias vezes, por conta dos problemas médicos de Jobs, rotina que culminou com o anúncio de afastamento do cargo de CEO no final de agosto. Jobs já não comandava a companhia nos últimos meses, e Cook já traz uma boa bagagem nessa função.

Em segundo lugar, os planos em uma companhia como a Apple não são decididos de um dia para outro. O cronograma de produtos para os próximos anos já está fechado, e ele foi decidido sob a supervisão de Jobs. Tudo o que vier nos próximos anos tem o dedo de Jobs (iPad 3, a próxima versão do iPhone...).

Além disso, uma das maiores virtudes do polêmico e visionário executivo foi a sua capacidade de agrupar talentos e disseminar seu modo de pensar e agir. A Apple de hoje respira e pensa como ele. E essa maneira de trabalhar vencedora não deve sumir nos próximos anos. Tim Cook está encarregado de seguir religiosamente o manual de Jobs.

E a percepção do consumidor? Logo após a saída de Jobs do cargo de CEO,  uma pesquisa da consultoria ChangeWave destacou o tema. No levantamento, apenas 4% dos entrevistados disseram que estariam menos propensos a comprar produtos da Apple sem Jobs no comando. Cerca de 90% dos consumidores entrevistados afirmaram simplesmente que o fato não faz diferença quanto a sua intenção de compra de produtos da Apple.

Logicamente, já vimos outras empresas amargarem desempenhos ruins e perderem o fôlego, após a saída de suas principais figuras. A Microsoft, por exemplo, luta para manter sua importância, após a saída de Bill Gates. Mas a Apple tem as ferramentas, a cultura e as pessoas capazes de manter a companhia nos trilhos. Pelo menos nos próximos anos.




fonte: computerworld

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Leonardo Meira assume marketing da Intel Brasil

A Intel anuncia Leonardo Meira como novo diretor de marketing da empresa no Brasil. O executivo possui 18 anos de experiência nas áreas de marketing e vendas, desenvolvidos em grandes empresas no Brasil e no Canadá.

Meira tem passagens por companhias como Coca-Cola (Brasil e Canadá), Sprint (Canadá) e Intelig Telecom (Brasil). Antes de ingressar na Intel, atuou por quase cinco anos na prática de vendas e marketing para os segmentos de alta tecnologia, telecomunicações e mídia na McKinsey Consulting.

Com a nomeação de Meira, Cassio Tietê deixa a posição de diretor de marketing e assume o cargo de diretor de estratégia e novos negócios da Intel Brasil. Em sua nova função, Tietê irá guiar a Intel em suas estratégias para abraçar novos segmentos de mercado e aproveitar oportunidades de negócios trazidas pelo recente salto de crescimento do Brasil e pela chegada ao País de grandes eventos internacionais, como a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016.




fonte: computer world

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Morte de Steve Jobs pode dar oportunidade aos rivais

Para analistas, a Samsung é uma das empresas com potencial para ganhar mercado

A morte de Steve Jobs, fundador da Apple, pode gerar um grande impacto à empresa, dando aos rivais a chance de ganhar mercado. O espírito criativo e inovador do fundador da companhia estava intimamente ligado à fortuna da empresa e, por isso, qualquer notícia sobre sua vida pode influenciar na economia da Apple.

Nesta quinta-feira (6/10), um dia após a morte de Jobs, as ações da empresa começaram o dia em queda. Na abertura dos pregões norte-americanos, os papéis tiveram baixa de 0,36% e estavam cotados a US$ 376,80. No entanto, a partir das 12h (horário de Brasília), as ações começaram a subir. No momento de publicação dessa matéria (13h25), as ações estavam cotadas a US$ 381,56.

Em entrevista à Reuters, o analista Neil Mawston, da Strategy Analytics, disse que a trágica morte do líder da Apple e a resposta do público em relação ao novo modelo do iPhone, o iPhone 4S, podem impor desafios à companhia nos próximos meses. De acordo com Mawston, os olhos da indústria se voltarão para o iPad 3. "Todos querem saber se a Apple pode continuar com o impressionante legado de inovação criado por Steve Jobs", comentou.

Para os analistas, um dos sinais de que a concorrência está pressionando a empresa de Jobs e que o cenário pode se intensificar daqui para frente é a chegada do Kindle Fire. A Amazon lançou o tablet a um preço acessível (US$ 199), e esta pode ser uma séria ameaça ao iPad. "A Apple está enfrentando uma tempestade, não somente de uma empresa, mas uma série de rivais que estão tentando vencê-la, incluindo as maiores fabricantes do planeta", disse Ben Wood, chefe da consultoria CCS Insight.

A chance da Samsung

Para os analistas, a Samsung é uma das companhias que pode oferecer algo excitante e novo para o mercado, justamente por contar com o Android do Google. A fabricante sul-coreana é a concorrente mais próxima da Apple no mercado de mobilidade. As duas companhias estão brigando pela liderança no mercado de smartphones depois de terem ultrapassado a Nokia, líder mundial durante 14 anos.

No entanto, a Apple também é a maior cliente da Samsung por meio da venda de chips de celulares e telas de exibição. A relação e a rivalidade têm ajudado a Samsung a se tornar uma marca valiosa ao mesmo tempo em que produz tensões. As fabricantes já se processaram mutuamente em dez países e em mais de 20 casos diferentes. Na última ação movida contra a Apple, a Samsung acusa a companhia de violar suas patentes no iPhone 4S.

Em um comunicado oficial, o presidente-executivo da Samsung, G.S Choi, disse que Steve Jobs apresentou à indústria de TI muitas mudanças revolucionárias, além de ser um grande empresário. Fora ele, presidentes-executivos das companhias concorrentes como Amazon, Google, Nokia e Sony lamentaram a morte de Jobs em sinal de respeito a um dos maiores ídolos do Vale do Silício.



fonte: olhar digital

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Informações que você deve ter antes de comprar o iPhone 4S no exterior

Funciona no Brasil? Tem garantia? Ele entra na cota de US$ 500 para viagem? Quanto ele vai custar por aqui? Tire suas dúvidas

Com o anúncio do iPhone 4S, que chega às lojas no dia 14/10 nos Estados Unidos, muita gente que costuma viajar ao exterior ou tem amigos que vão para lá já começou a pensar em trazer um na mala. Mas vale a pena comprar um iPhone 4S fora do Brasil? Vai funcionar por aqui? Confira estas e outras repostas.

Quando ele vai ser lançado?
Em sete países (Alemanha, Austrália, Canadá, Estados Unidos, França, Inglaterra e Japão ) ele chega às lojas no dia 14/10 (com pré-venda a partir do dia 7/10). Até o final de outubro, ele chega a mais 22 países. Mas essa segunda lista não inclui o Brasil.

E quando chega ao Brasil?
Por aqui, ele deve ser lançado até dezembro.

Quanto o iPhone 4S custa nos EUA?
Os preços do novo aparelho estão na mesma faixa do que foi cobrado no lançamento do modelo anterior: a partir de 199 dólares, mas isso é para contratos de dois anos com a operadora. Não foi divulgado valor para o produto desbloqueado, mas deve custar mais de 600 dólares.

Quanto ele deve custar no Brasil?
No Brasil, é bem provável que ele ocupe a mesma faixa de preço cobrado atualmente pelo iPhone 4. Mas vale lembrar que, por aqui, esse número varia muito, de acordo com o pacote e os bônus que o cliente tem com a operadora. O modelo de 16 GB do iPhone 4S deve custar, no País, cerca de 1.900 reais, desbloqueado. 

O iPhone 4S comprado no exterior funciona aqui?
Depende. Nos Estados Unidos, por exemplo, a Apple ainda não confirmou se vai oferecer o produto desbloqueado. É provável que sim, pois a companhia já faz isso com o iPhone 4. Um documento no site norte-americano da Apple, inclusive, já faz referência a versões “unlocked” do iPhone 4 do iPhone 4S.

Mas se a Apple não fizer isso, pode ser que ele não funcione no Brasil. Não há como garantir que o jailbreak e o desbloqueio de operadora funcionem com o novo software e hardware. Essa dúvida deve ser respondida com o começo da pré-venda, no dia 7/10.

Agora, há outros países, principalmente na Europa, nos quais já se sabe que ele será vendido desbloqueado. Quem trouxer um modelo francês ou alemão, por exemplo, não terá problemas.

E a garantia, vale para o Brasil?
Segundo a Apple Brasil, a garantia do aparelho não é mundial. Ou seja, quem comprou lá não terá direito aqui.

Em qual país ele é mais barato?
Os Estados Unidos costumam ter o iPhone mais acessível. Mas lembre-se: o preço com plano de fidelidade cobrado nos EUA e o preço sem contrato são bem diferentes (cerca de 400 dólares, no caso iPhone 4, por exemplo).

Afinal, vale a pena comprar o iPhone 4S no exterior?

Depende. Se você faz questão de ser um dos primeiros a ter o aparelho, sim. Mas é preciso verificar a compatibilidade de tecnologia primeiro. Quanto ao valor cobrado, sai mais barato, mas isso depende de onde você comprar e até do preço do dólar.

Se ele custar 650 dólares desbloqueado nos EUA, por exemplo, com a moeda cotada a 1,85 real, sairá por mais de 1.200 reais, bem abaixo do que deve ser cobrado no Brasil. Já na França, ele custa 630 euros, o que dá mais de 1.500 reais... Dependendo do que você tiver de bônus e do plano com a operadora, pode valer a pena comprar no Brasil.

E quanto ao limite para compras no exterior?

A Instrução Normativa 1059, que fala sobre as regras de bagagem vinda do exterior, permite trazer celulares (como o iPhone), câmeras fotográficas e players como o iPod livre de impostos, desde que o usuário consiga provar que adquiriu este produto para uso pessoal.

E o iPhone 4, que agora custa 99 dólares? Vale a pena?
Muita calma nessa hora. O iPhone 4 de 99 dólares é para quem fizer contrato com a operadora de dois anos nos Estados Unidos. Desbloqueado, ele custa nada menos que 550 dólares, mais de 1.000 reais.




fonte: macworld Brasil (por Daniel dos Santos)

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