terça-feira, 5 de julho de 2011

Primeira turma da escola hacker Anonymous se forma em um mês


Curso foi anunciado há uma semana e tem como objetivo ensinar jovens a invadir sites e roubar informações bancárias.

Daqui a um mês, os primeiros formandos da escola hacker Anonymous começarão a influir na já tumultuada onda de cibercrimes.
“Poderemos ter mais 250 mil usuários aptos a causar problemas, que, embora não tenham conhecimento profissional de técnicas hacker, terão responsabilidade sobre o aumento de incidentes a ser sentido nas próximas semanas”, afirmou Karim Hijazi, CEO da companhia de segurança Unveillance.
O impacto previsto é baseado no número de seguidores que o grupo hacker LulzSec obteve nos 50 dias em que esteve ativo: 285 mil. Quando a equipe anunciou que deixaria de existir, disse também que uma escola seria formada, de modo a dar continuidade às ações pelas quais ela ficou famosa.
Leia mais: 1 em cada 4 hackers é informante do FBI
Pelas informações obtidas pelo CEO, o curso ensinará técnicas básicas, como habilitar botnets Zeus, o principal malware para o roubo de senhas bancárias. “Todo jovem aprendiz será capaz de criar sua botnet”, disse. “E por mais que um deles, sozinho, não provoque grandes contratempos, juntos a situação fica bem mais complicada”.
Além de atacar portais e divulgar os dados online roubados, o LulzSec serviu para recrutar jovens membros, segundo Hijazi. Quando o grupo anunciou sua desintegração, reafirmou sua batalha contra grandes corporações e governos corruptos, batalha esta que passou ao Anonymous – junto com os jovens entusiastas.
“Foi uma campanha em favor do Anonymous”, acredita o CEO, que alerta quanto aos perigos iminentes. “Os recém-formados poderão comprar domínios para coordenar suas ações, controlar servidores e, possivelmente, criar uma botnet já nas próximas semanas”.




fonte: IDG Now

Extensão para Chrome ajuda a migrar do Facebook para o Google+


Programa exporta dados da rede para os contatos do Google, facilitando a incorporação destes aos círculos do portal.


O frenesi em cima do Google+ é enorme, apesar de ele ainda estar restrito a poucos. A maioria, porém é cética; duvida que a rede social da gigante chegue aos pés do sucesso do Facebook, ou seja, atinja meio bilhão de usuários. Quem sabe com algum aplicativo para facilitar a migração, levando os amigos da rede de Zuckerberg para os círculos de Moutain View, o caminho seja facilitado.
Pois esse programa já existe. Trata-se de uma extensão para o navegador da própria Google, o Chrome. Chamada de Facebook Friend Exporter(Exportador de amigos do Facebook), ela não é oficial – foi criada pelo desenvolvedor Mohamed Mansour, que, segundo seu currículo online, é empregado da Research In Motion (RIM).
Originalmente, o complemento não foi feito para o Google+, mas pode ser usado pare esse fim. Por isso, nas últimas semanas, sua popularidade cresceu, já que muitos internautas estavam ávidos por transferir seus contatos do Facebook para o novo portal.
O aplicativo, a rigor, extrai os dados de seus amigos do FB e os converte em um grande arquivo que é transferido para os contatos da Google. Dependendo da velocidade de sua conexão e do número de amigos que você tiver, a tarefa pode demorar. No meu caso, por exemplo, em meia hora só 150 já haviam sido copiados.
Ao fim do procedimento, não espere que todos os amigos já estejam no Google+. Eles estarão nos contatos do Google, de modo que migrá-los para os círculos fique bem mais fácil. Como disse, o tempo exigido pode ser maior do que você desejaria, e muitos internautas já enfrentaram problemas, com janelas tendo de ser fechadas ou browsers travando.
Aparentemente, e apesar de já ter sido baixado mais de 17 mil vezes, o programa viola termos de uso do Facebook. Masnour, porém, é taxativo: “Leve seus contatos para fora do Facebook, quer eles queiram, quer não. Você da a eles seus amigos, permite que armazenem seus dados, e tem o direito de tirá-los de lá. O Facebook não é dono de meu amigos”, afirma a descrição na página.
A rede de Zuckerberg permite ao usuário fazer o download de todas as suas informações – fotos, postagens, dados de contatos – mas o caminho não é fácil. A solução de Masnour também não é a ideal, mas é a melhor que temos por enquanto. É de se perguntar quanto tempo ela ficará disponível, já que, aos poucos, o Google+ começa a receber a devida atenção do FB.




fonte: IDG Now - Eric Mack

Feira do Japão quer mostrar recuperação do país


Marcada para início de outubro, a CEATEC - principal evento de tecnologia de consumo do Japão - está mobilizando as maiores empresas do país para mostrar ao mundo o esforço de recuperação após o tsunami e os terremotos de março último. Nesta segunda-feira, os organizadores do evento anunciaram que o tema da exposição será "Inovação Inteligente - Tecnologias Avançadas para Criar o Futuro". E confirmaram a realização do encontro, que chegou a ser ameaçado após as tragédias, que afetaram grande parte da indústria local.

Embora a maioria das empresas afetadas ainda esteja operando em ritmo mais lento que o habitual, os japoneses querem mostrar que o esforço de recuperação já começa a dar resultados. Os dados mais recentes revelam que a indústria (e a economia como um todo) terá forte desaceleração este ano, devido às perdas. O governo implantou um rígido racionamento de energia, e parte do sistema de transporte que atendia às fábricas na região sudeste - epicentro do terremoto - ainda está sendo reconstruída. Ainda assim, a JEITA (entidade que representa os fabricantes de aparelhos eletrônicos) decidiu que a CEATEC é uma ótima oportunidade de mostrar que, apesar dos prejuízos, a indústria japonesa continua sendo forte.

Uma das prováveis atrações do evento este ano será um pavilhão denominado "Tecnologias Emergentes e a Reconstrução do Japão". Nele, deverão ser exibidas as soluções tecnológicas que vêm sendo usadas no processo de restauração de casas, edifícios públicos, fábricas, estradas etc. Entre essas soluções, os japoneses se orgulham de seus sistemas smart grid, que permitem gerenciar o consumo de energia. Empresas como Nissan, Hitachi e Panasonic trabalham em conjunto para demonstrar, durante a CEATEC, os mais recentes desenvolvimentos em energia limpa, incluindo carros elétricos, baterias sem fio, painéis solares e chips de célula.

Para saber mais sobre a CEATEC, visite o site oficial. E para se informar melhor sobre a indústria eletrônica japonesa, acesse o hot site Japão High-tech.




fonte: UOL Home Theater

Após atacar site de Amy Winehouse, grupo hacker agora mira Justin Bieber


Coletivo SwagSec afirma ser formado por hackers negros e gays e quer "retomar a Internet do diabo branco"; rapper é apontado como inspiração.


Após o barulho causado pelo Anonymous e peloLulzSec, um novo grupo hacker tem focado seus esforços em atacar sites de cantores famosos, segundo informações do jornal inglês The Guardian. Auto-intitulado SwagSec (Swagger Security), o coletivo já realizou ataques contra as páginas da cantoras Amy Winehouse e Lauren Pritchard.
Agora, o SwagSec mira dois dos cantores pop de maior sucesso na atualidade. De acordo com o Guardian, o grupo afirma também possuir informações sobre Justin Bieber e sobre “uma centena de milhares de centenas de trilhões” de fãs da cantora Lady Gaga.
Além disso, o SwagSec procura se diferenciar de outros grupos hackers dizendo ser um grupo de “hackers negros e gays voando na cara do estereótipo do hacker branco”. “Estamos aqui para retomar a Internet do diabo branco”, escreveu o grupo em sua conta no Twitter.
Universo pessoal
Em seu post no site de Amy Winehouse, o grupo também reclamou o “controle” do site da gravadora Universal, que recentemente foi alvo do Anonymous. “UMusic é nosso território”, afirmou o grupo na página. Vale notar que Winehouse e Pritchard são artistas da gravadora.

Hackers rappers?
Apesar de aparentemente não ter nenhuma ligação direta com o grupo, o rapper californiano Lil B parece ser fonte de inspiração do SwagSec. Desde o nome – swag é uma expressão muito usada pelo músico – até o fato de o grupo usar o rosto Lil B em seus “trabalhos” (incluindo seu perfil no Twitter) nos sites de outros artistas. Além disso, como aponta o Guardian, o cantor acaba de lançar um álbum chamado “I´m Gay”, e em sua invasão ao site de Amy Winehouse o grupo escreveu mensagens dedicando seus esforços ao músico e dizendo amá-lo.




fonte: IDG Now

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Virtual DJ: para você fazer uma balada com o seu próprio PC



Software permite mixar e adicionar efeitos, tudo isso de forma bem fácil e gratuita!



A qualidade de uma festa se baseia, acima de tudo, no setlist ou nas músicas que tocam no decorrer da agitação. Com o Virtual DJ você poderá caprichar nas listas de reprodução! Seja em pequenos encontros ou em grandes festas com a galera, impressione e agrade a todos com esta ferramenta.

É possível fazer uma seleção de suas músicas e  controle de efeitos, batidas, mixagens e muitos outros aspectos que os DJ profissionais controlam em seus decks. Com o Virtual DJ, você  pode ajustar as batidas (BPM) de suas músicas automaticamente, além de modificar a velocidade, criar repetições de pontos, pausar as músicas e utilizar trechos musicais já incluídos no programa. E tudo isso você faz brincando!


Assim que você abrir o Virtual DJ, verá quatro opções para configurar o programa. Se você já está habituado com mesas de som e racks de efeitos, irá se sentir em casa ao optar pela configuração mais completa: ela traz para você uma interface com decks e mixers profissionais para que você aplique os efeitos que quiser às suas músicas. Aplique loops, faça scratches, modifique a batida, capriche nos efeitos sonoros, edite músicas para karaokê, remixe e crie riffs originais e criativos. O Virtual DJ transforma qualquer usuário de computador, mesmo que não tenha conhecimentos aprofundados sobre edição e criação de som, em um DJ de verdade.

Para fazer o download do Virtual DJ, clique aqui.








fonte: olhar digital

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Nova versão do Google Earth adiciona imagens das profundezas dos oceanos


Serviço dá acesso a imagens de metade de todo oceano já mapeado pelo homem



Agora, o Google Earth permite explorar as profundezas dos oceanos. A novidade foi possível graças a uma parceria com a Universidade de Columbia, Estados Unidos, que é uma das principais referências no estudo de superfícies submarinas. Informações de mais de 20 anos de pesquisas e cerca de 500 viagens marítimas foram adicionadas ao serviço ontem (8/6), quando foi comemorado o Dia Mundial dos Oceanos.

A notícia, publicada no blog oficial da Google, informa que, agora, os usuários podem visualizar as profundezas do mar em uma área maior que a do território da América do Norte. No vídeo abaixo, e também nessa galeria de imagens, é possível ter uma ideia do que há de novo no serviço. E para baixar a nova versão do Google Earth, é só clicar aqui.








fonte: olhar digital